Marina e Alckmin: a desidratação que fecha um ciclo

João Vitor Viana

As eleições de 2018 trazem suas vítimas. Deputados Federais que davam como certa a sua reeleição; deputados estaduais que diziam ter milhares de votos e não chegaram à meta; outsiders que prometiam “chegar chegando” e ficaram pelo meio do caminho… mas nenhum desses casos refletem o que viveram Marina Silva e Geraldo Alckmin: a votação pífia marca o fim de um ciclo. Os dois, dificilmente, saem candidatos à presidência novamente.

Marina, que teve 21% dos votos em 2014, terminou com 1% em 2018. Alckmin teve a menor votação da história do PSDB, com pouco menos de 5%. O partido dele, aliás, assim como outros, encolheu bastante com as eleições, talvez influenciado pelos escândalos políticos e de corrupção de outros candidatos. De qualquer forma, o ciclo presidencial fecha para esses dois candidatos, que deveriam apostar, quem sabe para 2022, em uma vaga para o Senado ou mesmo em 2020 para a prefeitura das capitais de seus estados.

recommend to friends
  • gplus
  • pinterest