Flacidez na barriga: o que causa e como tratar

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Entenda o que pode facilitar a flacidez na barriga e como você pode evitar este problema

A flacidez na barriga é um estado que pode afetar homens e mulheres de todas as idades. Além de condições de saúde pré-existentes, congênitas ou genéticas, alguns hábitos favorecem este problema e é importante entender cada um deles para evitar a flacidez.

Alimentação, gravidez, falta de exercícios físicos e emagrecimento rápido são exemplos de situações que acabam por favorecer a queda da pele na região.

A boa notícia é que existem inúmeras maneiras acessíveis de tratar e prevenir a flacidez na barriga.

A primeira e principal dica é conhecer o seu corpo e a sua rotina de alimentação, exercícios e costumes para que seja possível adaptar o que já faz parte do seu dia a dia e entender quais são as possibilidades de agravamento ou predisposição a esta condição.

A flacidez muscular é mais comum do que se imagina, podendo ser um problema para a confiança e a autoestima.

Acompanhe o texto a seguir para entender o que pode causar a flacidez na região, quais são as dicas de alimentação, tratamento e prevenção para esta condição, além de entender a diferença entre flacidez abdominal e outros problemas que podem causar inchaço na barriga.

O que é considerada uma barriga flácida?

A flacidez acontece por conta de uma ausência de fibras de sustentação da pele.

Estas fibras são as tão conhecidas elastina e colágeno, responsáveis pela formação muscular, pela elasticidade da pele e tecidos, pela firmeza e sustentação dos músculos e, ainda, pela prevenção do envelhecimento precoce.

A falta dessas fibras específicas pode acontecer ao envelhecermos naturalmente, na gravidez ou no processo de um grande nível de emagrecimento.

Algo que é pouco tratado ou de conhecimento geral é o fato de que existem dois tipos de flacidez: a flacidez muscular e a flacidez dérmica.

A diferença entre as duas está relacionada com a profundidade da condição e a dificuldade de tratamento. A flacidez muscular, como o próprio nome sugere, é mais enraizada no organismo, sendo uma decorrência de um desgaste das fibras de sustentação dos músculos.

Já a flacidez dérmica é mais superficial, mais simples e mais comum, sendo considerada uma desorganização das fibras existentes no corpo.

O que pode causar esta queda de pele?

Como vimos, a perda de elastina e colágeno são as principais causas para a flacidez abdominal, sejam estas perdas naturais ou provocadas por algumas situações específicas ao longo da vida.

Podemos citar a gravidez, a perda e aumento de peso de forma rápida (efeito sanfona), o envelhecimento precoce ou espontâneo, a ausência de exercícios físicos e a má alimentação como exemplos mais comuns que ocasionam à flacidez na barriga.

Maus hábitos recorrentes como a ingestão excessiva de bebidas alcoólicas, tabagismo e alimentação com foco em alimentos que favorecem o inchaço abdominal tendem a estimular a flacidez e o crescimento da barriga.

Ter o costume de comer chiclete (mesmo os sem açúcar), tomar água com gás ou ingerir quantidades altas de alho, pipoca, café, feijão e leite também acabam por aumentar as chances de inchaço abdominal.

O segredo está em ficar de olho na quantidade e procurar variar sempre que possível os principais pratos do dia.

Como posso prevenir?

As prevenções variam conforme as causas. Quando pensamos, por exemplo, na flacidez da barriga por conta de uma gravidez, a chamada diástase (separação dos músculos do abdômen), a prevenção acontece durante o pré-natal.

Nestes exames é possível identificar no início esta condição e implementar na rotina da mulher exercícios específicos para o fortalecimento da musculatura.

Em casos em que a flacidez não é ocasionada por condições específicas que fogem do controle da mulher ou do homem, a principal dica de prevenção é o enfoque na educação alimentar, nos exercícios físicos e no investimento em produtos dermatológicos com colágeno, por exemplo.

A saúde física, psicológica e emocional possui um papel central na continuidade de ações preventivas, na autoestima e no estímulo de cada um no desenvolvimento de uma rotina saudável que favoreça não apenas os aspectos estéticos externos, mas também internos.

Quais são os tratamentos mais indicados?

Os tratamentos podem ser divididos em duas vertentes: os produtos dermatológicos citados anteriormente e as intervenções cirúrgicas ou estéticas.

Os cremes que contém colágeno, elastina, retinol e/ou ácido glicólico como seus principais princípios ativos podem ser utilizados para compor tratamentos mais complexos ou para melhorar por completo casos em que a flacidez ainda esteja em estágio inicial ou superficial.

A dica está em garantir que uma opinião profissional seja ouvida. Procure auxílio médico para o entendimento e análise, de preferência o quão antes para que possa ter mais condições de solução.

Além disso, para as situações em que a flacidez abdominal é mais grave ou profunda, existem inúmeros tratamentos estéticos e cirúrgicos que buscam combater a queda de pele na região e atuar sobre as fibras de colágeno ainda existentes no local, estimulando a formação natural de novas fibras.

Estes tipos de procedimentos podem auxiliar em uma recuperação orgânica dos danos causados pela falta de fibras ou alterar de maneira permanente a aparência física da barriga.

Radiofrequência, corrente russa, crio fit, mesolifting, microcorrentes, corrente galvânica e carboxiterapia são tipos de tratamentos estéticos não invasivos que ajudam profundamente na melhora da flacidez abdominal.

A radiofrequência, por exemplo, possui resultados progressivos e tem a necessidade de pelo menos 3 meses de tratamento para que a pele fique totalmente lisa e firme como o esperado e com efeitos permanentes, sendo um dos procedimentos mais procurados para tal.

As cirurgias plásticas mais conhecidas para a remoção da pele flácida na região da barriga são a lipoaspiração, a lipoescultura, a abdominoplastia completa ou modificada, a mini abdominoplastia e as chamadas técnicas associadas.

Essas, optam por realizar uma lipoaspiração na parte superior e lateral do abdômen e ainda recorrer a abdominoplastia modificada no restante da região. De todo modo, tudo depende do seu nível de flacidez e da análise cirúrgica do caso em questão.

 

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