Editorial edição 366

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Por Welber Moreira

A política continua sendo a editoria mais
comentada no país. Se por um lado um ex-presidente continua preso, por outro, a “esquerda” pede não só a soltura do seu líder, como a prisão de opositores, como Eduardo Azeredo e Aécio Neves. E nessa celeuma, pergunta-se há tempos: “que país você quer para o futuro”?
Talvez um país mais justo, de oportunidades e de menos oportunistas, independentemente de partidos políticos. Parece que “futebolizaram” a política e a torcida, fanática, não enxerga os próprios problemas, torcendo contra e aumentando, a cada dia, a rivalidade com a oposição. O país do futuro começa pelo próprio posicionamento da população que deve (ou deveria) ser pela ética, pelo posicionamento coerente e pela “imposição” da decência nos
poderes. Do jeito que está, ao que parece, a sociedade está descontente com os políticos mas não se mobiliza para que haja mudança. Quando ela parece surgir, insurge a revolta e, junto a ela, a conivência com o status quo.
Isso não acontece tão somente com vandalismo, mas também em atos políticos, estes, que mais parecem ser protagonizados por “macacos de circo”, que aceitam orientações e pouco sabem o que estão fazendo ali.
A maior mudança deve ser feita pela conscientização popular e pelo voto. Outubro é a grande oportunidade para a
população dizer “basta” e mostrar o país que quer para o futuro.

Foto: http://www.consumidormoderno.com.br/2016/04/26/brasil-ha-conectividade-no-futuro/

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