Pimenta no olho do outro, é refresco

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Por Kênia Nepomuceno

Psicologa

Em dias tão delicados, como os que estamos vivendo, precisamos ficar atentos à comportamentos que podem nos afastar do sentido mais apropriado de empatia. Relembrando que empatia é a capacidade de se colocar no lugar do outro com sentimentos de complacência, é sentir o que o outro sente, percebendo que isso não acontece só com aquela pessoa em específico, mas que na verdade pode acontecer com qualquer pessoa. Por mais que nos referimos a situações hipotéticas, aquelas que ainda nem são reais, porém que podem acontecer e por “n” razões, o ideal é não banalizar o que o outro sente. Sabendo que a falta de empatia, generosidade e compaixão pode gerar no dia a dia situações estressantes, indisposições e egoísmos desnecessários, pelo simples fato de não desenvolvermos a tolerância, e contextualização do momento, criando um aspecto de elo entre os momentos vivenciados.

Com o surgimento da pandemia e o distanciamento social, sentimentos não tão acessados tem surgido, como frustração, solidão, vazio, medo, ansiedade, desamparo dentre tantos outros que estão criando um “isolamento” emocional, como se perceber o mais afetado cm todos acontecimentos. E não! Os prejuízos são divididos a todos, pois, são vivências novas, não existe um protocolo, ou cura que faça com que a vida se reconfigure, por isso não veja, a vida como intocável, todos nós podemos ter dias ruins e tudo bem, mas a única força que nos move é a união intrinsicamente ligada à fé e esperança. Se nós formos conscientes e complacentes podemos ver que unidos somos melhores.

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