Prevenir é melhor que remediar

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Kenia Nepomuceno

Estamos em pleno ano de 2018 e muitos pensamentos continuam expostos às dúvidas e falta de informações, levando incertezas, medos e ações que podem prejudicar as próximas gerações. Estamos falando sobre as campanhas mais taxativas neste ano para a vacinação, especificamente contra as doenças como sarampo e poliomielite. Registros apontam últimos casos desde o ano de 2016 com o vírus transmissível do Sarampo e desde 1989 com o vírus de poliomielite, que havia sido erradicada desde esta época.

O principal motivo de nossa reflexão neste momento é para sabermos quais fatores transformam desconhecimento em medo ou mesmo esquecimento. As campanhas de vacinação existem como fator preventivo e, principalmente, imunizador, em que profissionais qualificados para tais áreas, transformam conhecimento em recursos para a melhoria de vida.

Mas o que levam as pessoas a esquecerem ou mesmo não quererem vacinar? Muitas vezes nós, seres humanos, nos adaptamos a situações adversas, com grande facilidade. Esquecemos da história que vivemos ou que ouvimos de familiares, amigos que presenciaram cenários diferente do nosso, dos casos verídicos que vivenciaram e principalmente nos alertamos com a cultura do medo, com a divulgação de falsas notícias, alarmes que causam mais desinformação.  Contudo, o mais comum é que muitas pessoas diante da erradicação, esquecem que muitas doenças são prevenidas por meio da vacinação. E sua função é restrita à melhoria na qualidade de vida da população, diante de algo tão sutil e invisível a olho nu, que são os vírus. Por isso, enfatizamos que vivemos melhor quando prevenimos, buscando por informações e investindo em nossa saúde física, refletindo em melhorias para o futuro, que já está tão próximo.

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