“O futuro das apostas no Brasil é promissor, mas passa por uma palavra-chave: responsabilidade”, declara o CFO da Cactus Gaming
De acordo com Thiago Garrides, o CFO (Chief Financial Officer) da Cactus Gaming, a legislação do mercado nacional já estabelece essa exigência. “Essa é uma preocupação legítima, e o próprio marco regulatório já trata disso”, explicou.
Ele acrescentou que todas as empresas de apostas autorizadas no Brasil precisam fornecer mecanismos de autolimite, autoexclusão e monitoramento de atividades. Essas ferramentas são de vital importância para que os apostadores possam estabelecer limites de tempo e dinheiro, mantendo o jogo seguro e recreativo.
“Além disso, campanhas de comunicação e parcerias com órgãos como a Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) têm reforçado práticas de jogo responsável e educação do consumidor. É importante que o apostador entenda que o jogo é entretenimento, não investimento”, salientou Garrides.
O CFO também enfatizou que as empresas comprometidas com o crescimento sustentável do mercado, inclusive as que operam com tecnologia brasileira, como a Cactus, seguem essas diretrizes à risca.
As perspectivas do mercado de apostas no Brasil
Thiago Garrides acredita que o começo do próximo ano tende a ajudar a colocar o Brasil entre os principais hubs mundiais de iGaming com o mercado crescendo focado em acordos estratégicos, customização e inovação. Hoje em dia, o nosso país já está no Top 5 dos maiores mercados de apostas do planeta.
“Vemos cada vez mais marcas brasileiras exportando know-how e inovação — o que é ótimo para a imagem do país. A tendência é de crescimento sustentável, com operadores mais profissionais e consumidores mais conscientes”, projetou.
Garrides fez questão de reforçar que o jogo online é voltado para maiores de idade, em plataformas autorizadas e de maneira recreativa. “O futuro das apostas no Brasil é promissor, mas passa por uma palavra-chave: responsabilidade”, concluiu.
Foto: Cactus Gaming / Divulgação

